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Projetos a serem votados - 30/09/2019

PROJETO DE LEI NO 92 DE 16 DE SETEMBRO DE 2019

(Autoriza a abertura de crédito adicional suplementar)

  O PREFEITO MUNICIPAL DA ESTÂNCIA HIDROMINERAL DE SERRA NEGRA, usando de suas atribuições legais,
FAZ SABER que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona e promulga a seguinte Lei:

Art. 1o Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a abrir um crédito adicional suplementar no valor de R$ 843.000,00 (oitocentos e quarenta e três mil reais), para reforço das dotações orçamentárias, a saber:
03.01.01.09.272.0019.2.026.319001.00 – Aposentadorias do RPPS R$ 800.000,00
03.01.01.09.272.0019.2.026.319003.00 – Pensões do RPPS R$ 40.000,00
03.02.01.09.272.0022.2.027.319113.00 – Obrigações Patronais R$ 3.000,00
Total R$ 843.000,00

Art. 2o As despesas decorrentes com a execução desta Lei, correrão por conta da anulação parcial das seguintes dotações orçamentárias:
03.03.01.09.272.0019.2.026.999999.00 – Reserva de Contingência R$ 840.000,00
03.02.01.09.272.0022.2.027.319011.00 – Vencimentos e vantagens R$ 3.000,00
Total R$ 843.000,00

Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 4o Revogam-se as disposições em contrário.

Prefeitura Municipal da Estância Hidromineral de Serra Negra, 16 de setembro de 2019


SIDNEY ANTONIO FERRARESSO
- Prefeito Municipal -


Serra Negra, 16 de setembro de 2019

MENSAGEM no 078/2019

Senhor Presidente,

Temos a honra de encaminhar a essa Egrégia Casa de Leis, o incluso Projeto de Lei que autoriza o Executivo Municipal a abrir um crédito adicional suplementar no valor de R$ 843.000,00 (oitocentos e quarenta e três mil reais), para atender solicitação do Serviço de Previdência Social dos Funcionários Municipais de Serra Negra – SERPREV, conforme cópia anexa.
Invocamos a URGÊNCIA prevista no caput do artigo 73 da Lei Orgânica do Município, para apreciação e deliberação do presente.
Na oportunidade, renovamos nossos protestos de elevada estima e consideração.

Atenciosamente,


SIDNEY ANTONIO FERRARESSO
- Prefeito Municipal -

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PROJETO DE LEI Nº 074 DE 05 DE AGOSTO DE 2019

(Institui o Dia Municipal da Cultura Nordestina a ser comemorado anualmente no dia 26 de junho e dá outras providências)

            A CÂMARA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA DE SERRA NEGRA DECRETA:
 
  Art. 1º Fica instituído, no Município de Serra Negra/SP, o Dia Municipal da Cultura Nordestina, a ser comemorado anualmente no dia 26 de junho, em reconhecimento às pessoas que migraram de todos Estados do Nordeste Brasileiro para o Município de Serra Negra/SP.

  Art. 2º O dia ora instituído, passa a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Município de Serra Negra. 

  Art. 3º Anualmente, durante a semana do dia 26 de junho, poderão ser organizados e realizados no Município de Serra Negra eventos culturais e educacionais que resgatem as tradições dos Estados Nordestinos, voltadas às suas raízes, culturas, festejos típicos, culinária, etc.

  Parágrafo único. As festividades e os eventos culturais que trata o caput deste artigo, poderão ser realizados conjuntamente com as tradicionais Festas Juninas realizadas no Município de Serra Negra.

  Art. 4º O objetivo desta Lei é promover a igualdade e resgatar as tradições culturais típicas da Região Nordestina do nosso Brasil, promovendo a integração social e a fraternidade entre a população Serranegrense e turistas. 

  Art. 5º Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a firmar termos de parcerias com entidades, instituições e com a iniciativa privada e a sociedade em geral, para todos os fins legais que se fizerem necessários, visando a completa execução da presente Lei  

  Art. 6º No que couber, o Poder Executivo Municipal regulamentará a presente Lei, no prazo de até 60 (sessenta) dias, contado da data de sua publicação.
 
  Art. 7º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. 

  Sala das Sessões, 05 de agosto de 2019.                           
 

Vereador EDUARDO APARECIDO BARBOSA
 
                                       JUSTIFICATIVA

  A cultura nordestina é bastante diversificada, uma vez que foi influenciada por indígenas, africanos e europeus. Os costumes e tradições muitas vezes variam de estado para estado.
Tendo sido a primeira região efetivamente colonizada por portugueses, ainda no século XVI, que aí encontraram as populações nativas e foram acompanhados por africanos trazidos como escravos, a cultura nordestina é bastante particular e típica, apesar de extremamente variada. Sua base é luso-brasileira, com grandes influências africanas, em especial na costa de Pernambuco à Bahia e no Maranhão, e ameríndias, em especial no sertão semi-árido.
A riqueza cultural da região nordeste é visível para além de suas manifestações folclóricas e populares. A literatura nordestina tem dado grande contribuição para o cenário literário brasileiro, destacando-se nomes como João Cabral de Melo Neto, José de Alencar, Jorge Amado, Nelson Rodrigues, Rachel de Queiroz, Gregório de Matos, Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Ferreira Gullar e Manuel Bandeira, dentre muitos outros.
Na literatura pode-se citar a literatura popular de cordel que remonta ao período colonial (a literatura de cordel veio com os portugueses e tem origem na Idade média europeia) e numerosas manifestações artísticas de cunho popular que se manifestam oralmente, tais como os cantadores de repentes e de embolada.[2]
Na música erudita, destacaram-se como compositores Alberto Nepomuceno e Paurillo Barroso, assim como o cearense Liduíno Pitombeira na atualidade, e Eleazar de Carvalho como maestro. Ritmos e melodias nordestinas também inspiraram compositores como Heitor Villa-Lobos (cuja Bachiana brasileira nº 5, por exemplo, em sua segunda parte - Dança do Martelo - alude ao sertão do Cariri).
Na música popular, destacam-se ritmos tais como coco, xaxado, martelo agalopado, samba de roda, baião, xote, forró, Axé e frevo, dentre outros ritmos. O movimento armorial do Recife, inspirado por Ariano Suassuna, fez um trabalho erudito de valorização desta herança rítmica popular nordestina (um de seus expoentes mais conhecidos é o cantor Antônio Nóbrega).
Na dança, destacam-se o maracatu, o frevo (também característico de Pernambuco) o bumba meu boi, o xaxado, diversas variantes do forró, o tambor de crioula (característico do Maranhão), etc. As músicas folclóricas quase sempre são acompanhadas de danças.
O artesanato é também uma parte relevante da produção cultural do Nordeste, sendo inclusive a fonte de renda de milhares de pessoas por toda a região. Devido à variedade regional de tradições de artesanato, é difícil caracterizá-los todos, mas destacam-se as redes tecidas e, às vezes, bordadas com muitos detalhes; os produtos feitos em argila, madeira (por exemplo, da carnaúba, árvore típica do sertão) e couro, com traços bastante particulares; além das rendas, que ganharam destaque no artesanato cearense. Outro destaque são as garrafas com imagens feitas manualmente em areia colorida, um artigo produzido para venda para turistas. No Maranhão, destacam-se artesanatos feitos da fibra do buriti (palmeira), assim como artesanatos e produtos do babaçu (palmeira nativa do Maranhão).
A culinária nordestina é variada, refletindo, quase sempre, as condições econômicas e produtivas das diversas paisagens geoeconômicas dessa região. Frutos do mar e peixes são bastante utilizados na culinária do litoral, enquanto, no sertão, predominam receitas que utilizam a carne e derivados do gado bovino, caprino e ovino. Ainda assim, há várias diferenças regionais, tanto na variedade de pratos quanto em sua forma de preparo.
 
Índice
1Festas populares
o 1.1Carnaval
o 1.2Cavalo Piancó
o 1.3Bumba-meu-boi
o 1.4Festas juninas
2Humor
3Literatura
4Música
5Culinária
6Religião
7Personalidades
8Referências
Festas populares

Carnaval
Bloco-Afro Ilê Aiyê em Salvador.
No Carnaval os destaques são as festas de Salvador e Recife-Olinda.[3] A primeira é a maior festa popular do planeta segundo o Guinness Bookcontando com cerca de 2,7 milhões foliões em seis dias de festa (equivalente ao número de moradores da cidade), e internacionalmente conhecido pelos desfiles de artistas famosos nos trios elétricos; e a segunda é considerada o carnaval mais culturalmente diverso do país — conhecido pelo ritmo do frevo e do maracatu e pelos seus característicos Bonecos de Olinda —, e também o mais democrático, já que os foliões não precisam pagar para brincar, além de possuir o maior bloco carnavalesco do mundo de acordo com o Guinness Book, o Galo da Madrugada.  As micaretas (carnavais fora de época) de maior destaque são: o Carnatal em Natal; o Fortal em Fortaleza; o Pré-Caju em Aracaju; a Micareta de Feira em Feira de Santana; Marafolia em São Luís; e a Micarande em Campina Grande.
Cavalo Piancó
 
O Bumba meu boi, dança oriunda da Região Nordeste cujo primeiro registro ocorreu em Pernambuco, é hoje a principal manifestação folclórica do Maranhão.[4]
É original do município de Amarante (PI). Os negros da beira do rio Canindé, para afugentar o sono nas noites de luar, costumam dançar imitando o trote de um cavalo manco. Cavalheiros e damas, aos pares, formam um círculo e vão trotando alegremente, ora bem compassado, batendo firme no chão, com o pé esquerdo, ora apressado, sempre trocando os pares.

Bumba-meu-boi
O Estado do Maranhão é quem se destaca nessa manifestação folclórica. Existem mais de 200 grupos de bumba-meu-boi no Maranhão distribuídos nos sotaques (tipos) de orquestra, matraca, pandeirão, zabumba e costa de mão. O Estado do Maranhão exportou essa brincadeira para o Estado do Amazonas que com o processo ocorre em todo o Brasil, sendo o Nordeste apontado como seu nascedouro. Com variações significativas de nome, adereços, músicas, ritmo, dança... mas o enredo é sempre o mesmo: Catirina grávida deseja comer a língua do boi do Capitão. Só de aculturação transformou-se no boi bumbá. Dessa forma, segundo pesquisas a origem do boi bumbá é do bumba-meu-boi do Maranhão.
Outras danças típicas do Maranhão são o tambor de crioula, o cacuriá e o bambaê de caixa.
 
Fogueira de São João cenográfica em Campina Grande, Paraíba.

Festas juninas
O São João é sem dúvida o festejo mais comum na região. Caruaru que é a Capital do Forró e Campina Grande disputam o título de maior São João do mundo: em ambas as cidades os festejos duram o mês de junho inteiro. Outras cidades, como Aracaju, Juazeiro do Norte, Mossoró, Teresina, São Luís e Patos possuem comemorações mais modestas (cerca de quinze dias), e disputam o título de terceira maior festa.
Os fogos são uma das principais atrações. Os mais conhecidos são a Estrelinha, o Marcianito e os fogos de Artifício. Além dos vários fogos temos a dança, como a Quadrilha e o Forró.
Humor
O Ceará se sobressai no humor. Além de Chico Anysio, nasceram no estado Tom Cavalcante, Renato Aragão e Adamastor Pitaco, entre outros. Além dos cearenses destacam-se, dentre muitos, os paraibanos Shaolin e Zé Lezin, os norte-rio-grandenses Mução e Espanta, além da dupla Dirceu Andrade & Amaury Jucá e João Cláudio Moreno do Piauí.

Literatura
Impressos de literatura de cordel.
O pernambucano Gilberto Freyre representa um marco na história do Brasil devido ao seu livro Casa-Grande & Senzala que demonstra a importância dos escravos para a formação do país e que brancos e negros são absolutamente iguais.
Na Bahia nasceu um dos primeiros escritores de destaque no país. Trata-se de Gregório de Matos, integrante da escola barroca. No Romantismodestacaram-se na primeira geração Gonçalves Dias (MA), na segunda José de Alencar (CE) e na terceira Castro Alves (BA) e Sousândrade (MA). Na chamada Geração de 30, um resgate do romantismo, surgiram Rachel de Queiroz (CE), Graciliano Ramos (AL), José Lins do Rêgo (PB) e Jorge Amado(BA).
O maranhense Aluísio Azevedo foi um dos principais autores do Realismo/Naturalismo. Augusto dos Anjos (PB) e Graça Aranha (MA) foram precursores do Modernismo, escola que posteriormente revelou João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira (PE), além de Jorge de Lima (AL).
O paraibano Ariano Suassuna criou na década de 1970 o Movimento Armorial, uma iniciativa de reunir elementos da cultura nordestina em prol da formação de uma arte erudita genuinamente brasileira. Dessa iniciativa surgiram obras como Auto da Compadecida e O Santo e a Porca, ambos de Suassuna.
No Ceará, Patativa do Assaré surpreendeu por seus versos complexos que seguiam formas metrificadas semelhantes aos versos de Camões. A literatura de cordel é bastante difundida na região, sendo o paraibano Leandro Gomes de Barros um dos maiores autores do gênero.[2]

Música
Vários gêneros surgiram no Nordeste ao longo dos anos.
O pernambucano Luiz Gonzaga foi o precursor do baião, ritmo que ao lado de outros como xote, xaxado e côco fazem parte do chamado forró. Vários artistas deram continuidade ao legado de Luiz Gonzaga, como é o caso de Dominguinhos, Sivuca, Jackson do Pandeiro e Waldonys.
 
Frevo, manifestação típica de Pernambuco. Enquanto música, é um dos gêneros mais influentes do país: revelou músicos como Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Antônio Nóbrega, entre muitos outros, e, além de símbolo do Carnaval Recife/Olinda, foi o ritmo utilizado no Carnaval de Salvador antes do surgimento da axé music. Em 2012, o frevo foi declarado Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO.[5]
O frevo, mais comum nos estados de Pernambuco e Paraíba, se caracteriza pelo ritmo acelerado e pelos passos que lembram a capoeira. Esse gênero já revelou grandes músicos como Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo. Estes três, ao lado de Zé Ramalho, misturaram frevo, forró, rock, blues e outros ritmos.
O quarteto costuma se apresentar com o nome de O Grande Encontro.
Na década de 1960 surgiu na Bahia o tropicalismo, inspirado no movimento antropofágico e que viria a se tornar um marco no Brasil.
Faziam parte desse grupo os artistas Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé e Torquato Neto, dentre outros.
 
Caetano Veloso, um dos principais representantes da Tropicália, movimento cultural baiano surgido na década de 1960.
A Bahia voltaria a ser berço de outro gênero musical na década de 80, com a criação da axé music, tendo como precursores Luiz Caldas, Chiclete com Banana, Daniela Mercury, Timbalada e Olodum.
O gênero revolucionou o carnaval baiano, já que o frevo, um ritmo pernambucano, era utilizado na festa de Salvador até então. Atualmente a Indústria da música baiana é a que gera mais estrelas no Brasil e já conta com uma constelação com notoriedade nacional e internacional como principalmente Ivete Sangalo que é considerada a cantora mais popular do Brasil na atualidade e líder de vendas na indústria fonográfica nacional, tem a capacidade de arrastar uma legião de fãs por onde passa, inclusive em terras internacionais.
Exemplo disso foi o Rock in Rio Lisboa em 2004, onde a cantora bateu recorde de público.
Ivete é dona da Caco de Telha, uma empresa de entretenimento que possui título de maior empresa do ramo no Norte–Nordeste e entre as cinco maiores no cenário nacional.
A Caco de Telha já trouxe grandes eventos para o Brasil como a turnê I am... da cantora pop Beyoncé, a turnê The End do grupo musical Black Eyed Peas,o show The Grand Moscow Classical Ballet e as apresentações do Cirque du Soleil no Brasil. Jà proporcionou ao estado da Bahia, além desses eventos com artistas internacionais, grandes shows com artistas nacionais como a turnê Roberto Carlos 50 anos de música.
Através da caco de Telha, Ivete Sangalo foi a estrela de uma mega-produção no Madison Square Garden, o templo da música internacional moderna.
Na Bahia, nasceu João Gilberto considerado entre todos os outros precursores da Bossa Nova: Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Luiz Bonfá Bossa Nova, o ritmo brasileiro mais conhecido no mundo.
João Gilberto é considerado dentre os precursores da Bossa Nova o principal criador do ritmo.
 
O Manguebeat, gênero musical pernambucano que despontou na cena underground dos anos 90, revelou e influenciou diversos grupos musicais e artistas do estado, como Chico Science, Nação Zumbi, Mundo Livre S/A, Cordel do fogo encantado, Fred Zero Quatro, Otto, Lenine (foto), entre muitos outros.
Nos anos 80 surgiu em Pernambuco a primeira grande referência da música Punk/Hardcore no Nordeste, tendo como principal nome a banda Câmbio Negro HC, pioneira no estilo e a primeira a produzir discos do gênero na região, além de ser uma grande referência da música undergroud do país.
Já nos anos 90, surgia também em terras pernambucanas o Manguebeat, ritmo que reúne rock, hip hop, maracatu e música eletrônica.
O gênero musical recifense despontou na cena underground, revelando e influenciando diversos grupos musicais e artistas de Pernambuco, como Chico Science, Nação Zumbi, Mundo Livre S/A, Fred Zero Quatro, Otto, Lenine, entre muitos outros.
O repente é bastante difundido no interior, tendo como destaque o cearense Cego Aderaldo.
A Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto, banda de pífaros do Ceará, possui fama internacional.
No Ceará, destacam-se ainda, Fagner, Belchior e Ednardo, ícones da MPB.
Foi também no Nordeste que nasceu o brega que tem como principais representantes o pernambucano Reginaldo Rossi e o baiano Waldick Soriano.
O Maranhão possui grande diversidade de ritmos, como: Tambor de Crioula, Tambor de Mina, Tambor de Taboca, Tambor de Caroço, os quatro sotaques do bumba-meu-boi, além de ser um dos principais redutos brasileiros do reggae. Tribo de Jah, uma das principais bandas do gênero, surgiu no Estado.
Outros maranhenses de destaque são: João do Vale; Cláudio Fontana; Rita Benneditto; Catulo da Paixão Cearense; Flávia Bittencourt; Zeca Baleiro; e Alcione.
Raul Seixas, nascido na Bahia, é considerado o principal nome do rock no Brasil. Integrou o movimento da Jovem Guarda como compositor. Atualmente a também baiana Pitty faz muito sucesso no rock. Além do grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado marcando significativamente a música popular brasileira contemporânea.
Culinária[
 
São do Recife os primeiros registros da feijoada à brasileira, considerada o prato nacional do Brasil.[6][7]
A culinária nordestina é variada, refletindo, quase sempre, as condições econômicas e produtivas das diversas paisagens geoeconômicas dessa região. Frutos do mar e peixes são bastante utilizados na culinária do litoral, enquanto, no sertão, predominam receitas que utilizam a carne e derivados do gado bovino, caprino e ovino. Ainda assim, há várias diferenças regionais, tanto na variedade de pratos quanto em sua forma de preparo (por exemplo, no Ceará, predomina o mungunzá salgado, enquanto em Pernambuco, predomina o doce). 
A culinária de Pernambuco destaca-se pela chamada doçaria pernambucana, ou seja, os doces desenvolvidos durante os períodos colonial e imperial nos seus engenhos de açúcar como o bolo de rolo, o nego bom e a cartola; e também pelas bebidas e iguarias salgadas descobertas ou provavelmente originadas no estado a exemplo da cachaça, do beijue da feijoada à brasileira.[8][9][10][11][6] Na Bahia os principais destaques são as comidas feitas com azeite de dendê e com camarão, muitas delas de origem africana como o acarajé e o vatapá, ou ainda as moquecas e os bobós; porém não são menos apreciadas comidas acompanhadas de pirão como mocotó e rabada e doces como a cocada. No Maranhão, destacam-se o cuxá, o arroz de cuxá, o bobó, o peixe pedra e a torta de camarão, bem ao estilo maranhense. Também no Maranhão se destaca o refrigerante Jesus ou Guaraná Jesus que é patrimônio maranhense. Algumas comidas típicas da região são: o baião de dois, a carne de sol, o queijo de coalho, a panelada e a buchada de bode, a canjica, o feijão e arroz de coco, o feijão verde e o sururu, assim como vários doces feitos de mamão, abóbora, laranja, entre outros. Algumas frutas regionais — não necessariamente nativas da região — são a ciriguela, o cajá, o buriti, a cajarana, o umbu, a macaúba, as frutas maranhenses juçara (açaí), bacuri, cupuaçu, buriti, murici e a pitomba, além de outras também comuns em outras regiões.
Religião
 
Romeiros ao pé da estátua de Padre Cícero em Juazeiro do Norte, Ceará.
A religião predominante é a católica. Algumas pessoas são veneradas como santas, apesar do não reconhecimento da Igreja Católica, como é o caso de Padre Cícero, Frei Damião, Irmã Dulce, Padre Ibiapina e Maria de Araújo.
São comuns peregrinações de romeiros a determinadas cidades do nordeste, destacando-se Juazeiro do Norte e Canindé (CE), Bom Jesus da Lapa(BA) e Santa Cruz dos Milagres (PI).
Todos os anos no mês de janeiro, ocorre em Salvador a lavagem do Bonfim, uma tradicional celebração religiosa que tem como ponto alto a lavagem das escadarias da Igreja do Nosso Senhor do Bonfim pelos fiéis.
O candomblé possui diversos adeptos na Bahia, que costumam reverenciar Iemanjá oferecendo presentes à entidade. Tais oferendas são jogadas ao mar ou depositadas em pequenos barcos soltos em alto-mar.
No Maranhão, o Tambor de Mina é herança da religião africana nesse Estado. Ao invés dos orixás - entidades - como acontece na Bahia, têm-se os voduns, gentis e caboclos ou cabôcos (linguagem popular) que são entidades que baixam nos pais e filhos de santo.
Também no Maranhão tem a Festa de São José de Ribamar, Santo padroeiro do Estado, assim como inúmeras outras festas de santos que acontecem na Capital e no interior maranhense, e a Festa do Divino Espírito Santo, que tem sincretismo com religiões africanas.
Personalidades
       
Na região Nordeste nasceram diversas personalidades que se destacaram e se destacam em todas as áreas do conhecimento, entre elas:
Mário Schenberg, considerado o físico teórico mais importante do Brasil;
Ruy Barbosa, intelectual brasileiro, conhecido como Águia de Haia;
Paulo Freire, um dos pensadores mais notáveis da história da pedagogia mundial;
Aurélio Buarque de Holanda, autor do principal dicionário de português no Brasil;
José Leite Lopes, o único físico brasileiro detentor do UNESCO Science Prize;
Nelson Rodrigues, o maior dramaturgo brasileiro;
Casimiro Montenegro Filho, criador do ITA e do CTA e pioneiro do CAN;
Leopoldo Nachbin, o maior matemático brasileiro;
Correia Picanço, fundador da primeira escola de medicina do Brasil;
Celso Furtado, um dos economistas mais influentes da história latinoamericana;
Josué de Castro, cientista social de grande renome internacional;
Gilberto Freyre, um dos mais importantes sociólogos do século XX;
Fernando de Mendonça, fundador do INPE;
Pedro Américo, um dos maiores pintores brasileiros;
Clóvis Beviláqua, considerado o maior jurista brasileiro;
Nise da Silveira, psiquiatra reconhecida mundialmente;
Paulo Ribenboim, o único matemático brasileiro com verbete no The MacTutor;
João Cabral de Melo Neto, único brasileiro galardoado com o Prêmio Neustadt;
Jorge Amado, um dos escritores com mais livros traduzidos no mundo;
José de Alencar, um dos maiores escritores românticos da língua portuguesa;
Rachel de Queiroz, a primeira mulher a ingressar na ABL;
Marechal Deodoro da Fonseca, o proclamador da República;
Milton Santos, único brasileiro galardoado com o Prêmio Vautrin Lud;
Ariano Suassuna, o idealizador do Movimento Armorial;
Cardeal Arcoverde, o primeiro cardeal da América Latina;
Luís da Câmara Cascudo, o maior folclorista do país;
José Ermírio de Moraes, engenheiro, fundador do Grupo Votorantim;
Norberto Odebrecht, engenheiro, fundador da Organização Odebrecht;
Antônio de Queiroz Galvão, engenheiro, fundador do Grupo Queiroz Galvão;
Assis Chateaubriand, fundador do MASP e da TV Tupi (pioneira na América do Sul);
Maurício Peixoto, um dos pioneiros mundiais no estudo da estabilidade estrutural;
Delmiro Gouveia, um dos pioneiros da industrialização no Brasil;
Ferreira Gullar, um dos fundadores do neoconcretismo;
Anísio Teixeira, difusor dos pressupostos do movimento da Escola Nova;
Pirajá da Silva, responsável pela identificação do ciclo fisiopatológico da esquistossomose;
Teixeira de Freitas, autor de um dos esboços do código civil brasileiro que influenciou profundamente os códigos civis do Paraguai, do Uruguai e principalmente da Argentina, ao qual serviu como modelo;
Nas Ciências Humanas e Sociais, nomes como Joaquim Nabuco, Nelson Rodrigues, José de Alencar, Tobias Barreto, Assis Chateaubriand, Rachel de Queiroz, Paulo Freire, Castro Alves, João Cabral de Melo Neto, Jorge Amado, Raimundo Correia, Álvaro Lins, Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Gilberto Freyre, José Lins do Rêgo, Marcos Vilaça, Jorge de Lima, João Ubaldo Ribeiro, Josué de Castro, Dias Gomes, Clóvis Beviláqua, Aurélio Buarque de Holanda, Gregório de Matos, Aluísio Azevedo, Ferreira Gullar, Gonçalves Dias, Anísio Teixeira, Ariano Suassuna, Artur de Azevedo, José Américo de Almeida, Graça Aranha, Martins Júnior, José Luiz Passos, Adolfo Caminha, Josué Montello, Sílvio Romero, Viriato Correia, Manuel Bandeira, Pontes de Miranda, Nísia Floresta, Auta de Souza, Coelho Neto, Osman Lins, Dantas Barreto, Geraldo Holanda Cavalcanti, Joaquim Cardoso, Antonio Lavareda, Luiz Felipe Pondé, Adonias Filho, Afrânio Peixoto, Ernesto Carneiro Ribeiro, Teixeira de Freitas, José Sarney, Olegário Mariano, Raimundo de Farias Brito, Catulo da Paixão Cearense, Laudelino Freire, Adelmar Tavares, Capistrano de Abreu, Hermes Fontes, José da Silva Lisboa, Augusto dos Anjos, Carlos Pena Filho, José Condé, Sousândrade, Marcelino Freire, Isa Grinspum Ferraz, Manuel Correia de Andradre, Milton Santos, Carlos Ayres Britto, Clodomir Cardoso, João Ribeiro, Augusto Tavares de Lyra, Roberto Lyra, João Carneiro de Sousa Bandeira e Antonio Herculano de Sousa Bandeira;
Nas Ciências Exatas e Biológicas, nomes como Mário Schenberg, José Leite Lopes, Leopoldo Nachbin, Paulo Ribenboim, Josué de Castro, Aron Simis, Luís Freire, Casimiro Montenegro Filho, Joaquim Cardoso, Manfredo do Carmo, Samuel MacDowell, Correia Picanço, Israel Vainsencher, Norberto Odebrecht, Elon Lages Lima, Pirajá da Silva, Nise da Silveira, Cândido Firmino de Melo Leitão, Manuel Arruda Câmara, Otto de Alencar, Carlos Paz de Araújo, Joaquim Gomes de Sousa, Elsimar Coutinho, Juliano Moreira, Reginaldo Marinho, Edson Mororó Moura, Miguel Mauricio da Rocha, Alberto Passos Guimarães Filho, Expedito José de Sá Parente, Alexandre Rodrigues Ferreira, Fernando Antonio Figueiredo Cardoso da Silva, Arnaldo Carvalho de Melo, Rubens de Azevedo, Antônio de Queiroz Galvão, João Santos, Bezerra de Menezes, entre muitos outros;
Na Música, os exemplos mais conhecidos são Elomar, João Gilberto, Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, Bezerra da Silva, Astrud Gilberto, Chico Science, Raul Seixas, Gilberto Gil, Belchior, Lenine, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Alceu Valença, Djavan, Gal Costa, Zé Ramalho, Elba Ramalho, Alcione, Michael Sullivan, Simone, Moraes Moreira, Geraldo Azevedo, Margareth Menezes, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Ademilde Fonseca, Waldick Soriano, Pitty, Herbert Vianna, Dinho dos Mamonas Assassinas, Roberta Miranda, Roberta Sá, Tom Zé, Fagner, Flávio José, Marina Elali, Mara Maravilha, Gilliard, Zeca Baleiro, Chico César, Luiz Caldas, Otto, Renata Arruda, Geraldo Vandré, Nando Cordel, Antônio Nóbrega, Dominguinhos, Patricia Mellodi, Amelinha, Fred Zero Quatro, Clarice Falcão, Filipe Guerra, Naná Vasconcelos, Jackson do Pandeiro, Pepeu Gomes, Armandinho, Dodô e Osmar, Robertinho do Recife, Fernando Lobo, Cynthia Zamorano, Flávia Bittencourt, Nelson Jacobina, Carlinhos Brown, Reginaldo Rossi, Falcão, Xangai, Jorge de Altinho, Capiba, Turibio Santos, Hermeto Pascoal, Sivuca, Eleazar de Carvalho, Miguel Kertsman, Marlos Nobre, Antônio Meneses, Luperce Miranda, James Strauss, Walter Wanderley, João Pernambuco, Luís Álvares Pinto, Jacques Klein e Tânia Maria;
Nas Artes Cênicas (teatro, cinema e televisão), destaque para Marco Nanini, José Wilker, Othon Bastos, Arlete Salles, Chacrinha, Wagner Moura, Lázaro Ramos, Hermila Guedes, Bruno Garcia, Virgínia Cavendish, Irandhir Santos, João Miguel, Rebecca da Costa, Patrícia França, Priscila Fantin, Carmem Verônica, Solange Couto, Antonio Pitanga, Tuca Andrada, Guilherme Berenguer, Julia Konrad, Chandelly Braz, Mayana Neiva, Armando Babaioff, Jesuíta Barbosa, Lucy Ramos, Rhaisa Batista, Arlindo Grund, Caio Braz, Daniel Boaventura, Anthero Montenegro, Clarice Falcão, Ingra Liberato, Luíza Tomé, Giselle Tigre, Renato Góes, Emanuelle Araújo, Carolina Holanda, Germano Haiut, Gustavo Falcão, Bruno Dubeux, Allan Souza Lima, Torquato Neto, Guel Arraes, Aguinaldo Silva, Glauber Rocha, Kleber Mendonça Filho, Cacá Diegues, Cláudio Assis, Marcelo Gomes, Heitor Dhalia, Fernando Coni Campos, Emiliano Queiroz, Sílvia Salgado, Luiz Carlos Vasconcelos, Ildi Silva, Jorge Pontual, Regina Dourado, Chica Xavier, Arnaud Rodrigues, Fábio Lago, André Valli, Aramis Trindade, Sebastião Vasconcelos, Tânia Alves, Íris Bustamante, Lupe Gigliotti, Gero Camilo, Ilva Niño, Walter Breda, Luiz Armando Queiroz, Lívia Falcão, Jackson Costa, Erom Cordeiro, Alexandre Schumacher, Pedro Malta, Louise Wischermann, Carolina Magalhães, Viviane Victorette, Chico Anysio, Renato Aragão, Tom Cavalcante, Wellington Muniz, Fabiana Karla, João Cláudio Moreno, Zé Lezin, Espanta, Adamastor Pitaco, Shaolin, dentre outros tantos;
No Jornalismo, destaque para Francisco José, José Raimundo, Tadeu Schmidt, Ricardo Noblat, Ricardo Callado, Moacir Japiassu, Alan Severiano, Márcio Canuto, Luciana Ávila, Michelle Loreto, Rosana Jatobá, Rachel Sheherazade, Ticiana Villas Boas, entre muitos outros;
Nas Artes Plásticas e Design, destacam-se Pedro Américo, Romero Britto, Francisco Brennand, Tunga, Cícero Dias, Vicente do Rego Monteiro, Gilvan Samico, Marianne Peretti, Murillo La Greca, Aldemir Martins, Aloísio Magalhães, Mário Cravo, Mestre Vitalino, Andree Guittcis, Carybé, Telles Júnior, Bispo do Rosário, Sante Scaldaferri, Lucília Fraga, Otacílio de Azevedo, Abelardo da Hora, Joãosinho Trinta, entre outros;
Nos esportes, destaque para Zagallo, Oscar Schmidt, Karol Meyer, Carlos Burle, Marta, Rivaldo, Bebeto, Dida, Vampeta, Vavá, Júnior, Juninho Pernambucano, Daniel Alves, Edílson, Hulk, Hernanes, Ricardo Rocha, Manga, Almir Pernambuquinho, Marinho Chagas, Manoel Tobias, Jaqueline Carvalho, Dani Lins, Pampa, Shelda Bede, Ricardo, Joanna Maranhão, Edvaldo Valério, Clodoaldo Silva, Yane Marques, Beto Monteiro, Tony Kanaan, Robyn Regehr, Teliana Pereira, Keila Costa, Wagner Domingos, Popó, Lyoto Machida, Minotauro e Rogério Minotouro;
Dentre modelos, pode-se citar Adriana Lima, Emanuela de Paula, Lais Ribeiro, Fernanda Tavares, Arthur Sales, Kamila Hansen, Isabella Melo, Rhaisa Batista, Rebecca da Costa, Schynaider de Moura Souza, Ingrid Kelly, a eterna Miss Brasil Martha Rocha e a Miss Universo 1968 Martha Vasconcellos;
Dentre Políticos e Líderes, nordestinos importantes no cenário nacional como Marquês de Olinda, Marechal Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto, Teotônio Vilela, Epitácio Pessoa, Humberto de Alencar Castelo Branco, Gregório Bezerra, Carlos Marighella, Maria Aragão, Luiz Inácio Lula da Silva, José Sarney, Marco Maciel, Cristovam Buarque, Heloísa Helena, Jarbas Vasconcelos, Antônio Carlos Magalhães, Fernando Lyra, Roberto Freire, Luciano Bivar, Sérgio Guerra, Eduardo Campos, Eunício Oliveira, Armando Monteiro, Fernando Bezerra Coelho, Randolfe Rodrigues, Raul Jungmann, Rildo Souto Maior, Estácio Gonçalves Souto Maior, Alzira Soriano, Frei Caneca, Barão de São Borja, Zumbi dos Palmares, Antônio Conselheiro, Padre Cícero Romão Batista, dentre outros tantos; e no cenário internacional, como o General Abreu e Lima.
Referências
1. ? «Estado é exaltado em festa nacional». Ministério da Cultura. Consultado em 26 de junho de 2017. Arquivado do original em 17 de novembro de 2018
2. ? Ir para:a b Luzdalva S. Magi (2014). «Das cantigas trovadorescas ao cordel». Editora Escala. Conhecimento Prático Literatura(54): 44-49. ISSN 1984-3674
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4. ? Cíntia Cristina. «Bois do Carnaval». Mundo Estranho. Consultado em 15 de agosto de 2013
5. ? Unesco concede título de Patrimônio Imaterial da Humanidade ao frevo
6. ? Ir para:a b «A feijoada não é invenção brasileira». Superinteressante. Consultado em 25 de junho de 2017
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9. ? «Um pouco de história». IBRAC. Consultado em 18 de novembro de 2016
10. ? «Cachaça, 500, tem sabores e aromas diferentes em cada região do país». Folha de S.Paulo. Consultado em 26 de junho de 2017
11. ? «Como é feita a cachaça?». Superinteressante. Consultado em 25 de junho de 2017

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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